Chester Charles Bennington (Phoenix, 20 de Março de 1976) é o vocalista da banda estadunidense Linkin Park. Também é conhecido como Chazy Chaz. No início
Chester nasceu em Phoenix, Arizona, mas mudou-se algumas vezes para outras cidades no estado. Aos 11 anos, mudou-se com sua mãe para o Texas[carece de fontes?] depois de ter sido violentado por seu padrasto[1], o que o ajudou a entrar no mundo das drogas [2], mas conseguiu sair aos 20 anos quando casou-se pela 1ª vez, com Samantha.[carece de fontes?] Estudou o secundário na Centennial High School, na Greenway High School, e formou-se na Washington High School. Durante o secundário, Chester fez alguns trabalhos como actor. Ele acreditava ser isso que queria ser quando crescesse. Chester não tem um diploma de faculdade.[carece de fontes?]
[editar] Carreira musical
O seu primeiro instrumento foi um piano. O seu irmão mais velho mostrou-lhe bandas como Loverboy, Rush e The Doors. Segundo ele, Scott Weiland dos Stone Temple Pilots e Robert Plant dos Led Zeppelin são as suas maiores influências. Já passou por várias bandas, nem sempre como vocalista. O primeiro trabalho mais sério de Chester na música foi na banda Grey Daze, na qual era vocalista. A banda gravou dois discos: Wake Me e No Sun Today.
Um ano depois de deixar os Grey Daze, Chester recebeu um telefonema de um amigo em comum que o apresentou aos rapazes da banda Xero. Estes enviaram uma fita demo para que Chester pudesse gravar as vozes. Os rapazes da banda Xero ouviram o resultado da gravação pela primeira vez por telefone, e convidaram Chester a juntar-se a eles na Califórnia.
Chester foi o último membro a juntar-se à banda Xero, que depois mudou seu nome para Hybrid Theory, e por causa da existencia de uma banda com esse nome tiveram de mudar novamente. Linkin Park é uma adaptação de Licoln Park, lugar por onde Chester passava após os treinos com a banda.
Em 2005, Chester Bennington anunciou que lançará um disco do seu projecto paralelo logo após o lançamento do terceiro disco de estúdio dos Linkin Park. O disco já está pronto. Esse projeto paralelo chama-se Dead by Sunrise, antes chamado Snow White Tan, neste Chester trabalha com Amir Derakh e Ryan Shuck da banda Orgy, e além de cantar toca guitarra e piano. Outro projecto paralelo de Chester chama-se Bucket of Weenies. É uma banda de garagem, que faz covers de outras por diversão, cujos membros são amigos de Chester (alguns deles, ex-parceiros de banda).
[editar] Vida pessoal
É filho de pais americanos e tem três irmãos. Casou-se duas vezes - a primeira com Samantha, com quem teve um filho chamado Draven Sebastian, e a segunda com Talinda Bentley, com quem também teve um filho, Tyler Lee. Casou-se com ela quando descobriu sua gravidez. Além de Draven e Tyler, Chester tem um filho de dez anos de idade que se chama Jaime. Acredita-se que este seja adotado. Numa entrevista recente, Chester disse ter adotado também o irmão de Jaime: “Eu tenho três filhos, e adotei o meu filho mais velho, irmão dele. Eu adotei-o como meu próprio filho, então acho que tenho quatro filhos”.[carece de fontes?]
segunda-feira, 1 de junho de 2009
rangers
Haim Saban, nascido em Alexandria, Egito, empresário e compositor de diversos temas de séries e desenhos animados de muito sucesso nos EUA e na França, é o responsável pelo advento da franquia. Na década de 80, Saban já tinha levado a série Super Sentai Bioman para a França, obtendo muito sucesso. Logo depois, o empresário tentou levar Bioman para a TV americana, mas não houve interesse por parte dos produtores.
Já na década de 90, Saban fundou seu próprio estúdio e adquiriu com a produtora Toei os direitos do Sentai Zyuranger/Jyuranger (1992 - 1993) para os EUA, aproveitando o tema Dinossauros da série, em voga na época devido ao filme Parque dos Dinossauros. O elenco que personificava os heróis em roupas civis foi trocado por atores norte-americanos e o seriado, rebatizado para Mighty Morphin Power Rangers.
Além disso, os próprios episódios foram reescritos para dar à série um tom maior de comédia. "Reescritos" não é bem a palavra: os roteiros foram praticamente escritos do zero, aproveitando do original apenas algumas cenas de luta. Saban argumentou que o mercado americano não aceitaria uma série com um elenco todo de japoneses, assim como a narrativa da série original.
Saban também pareceu não se importar com as diferenças de qualidade entre a filmagem original (em película) e a norte-americana (cinescopada, ou seja, vídeo com textura modificada), assim como com o fato de a Ranger Amarela (a atriz Thuy Trang, falecida em 2001) ser um homem na série japonesa (Takumi Hashimoto, conhecido como o garoto Manabu de "Jiraiya"). O problema se repetiu em todas as séries entre Power Rangers: Na Galáxia Perdida (1999) ePower Rangers: Força Animal (2002).
O sucesso de Power Rangers inspirou a companhia a comprar outros seriados nipônicos e adaptá-los da mesma forma, originando VR Troopers, Masked Rider, Big Bad Beetleborgs (citados mais adiante, na seção 3, "Controvérsia") e Os Cavaleiros Míticos de Tir Na Nog, com diferentes níveis de sucesso. Uma produtora rival, a DIC Audiovisual, conhecida no Brasil pelos desenhos "Mask", "Pole-Position" e "Capitão Planeta", tentou o mesmo caminho ao adaptar o seriado Denkou Choujin (Super-Homem Elétrico/Eletrônico) Gridman, da Tsuburaya Productions, a mesma produtora de "Ultraman", renomeando-o Superhuman Samurai Cyber Squad. Gridman era uma auto-homenagem da Tsuburaya às séries Ultra, levando o conceito de lutas de heróis gigantes para o mundo dos computadores, onde o herói combatia vírus eletrônicos com a forma de monstros. Apesar de se manter mais fiel aos episódios originais que as séries da Saban, a DIC não teve sucesso com sua produção.
Em 1996, os uniformes dos Zyurangers foram trocados após três temporadas e o tema passou a variar -- todo ano uma nova série Ranger surgia, ligada aos eventos dos anos anteriores. A estrutura era sempre a mesma: no início de cada temporada, os Rangers perdiam suas habilidades por uma artimanha dos vilões e eram salvos por alguma coisa/pessoa que lhes dava novos poderes (os novos uniformes e robôs). A repetição do tema começou a cansar, e as substituições constantes de elenco tornavam estranho o conceito de "heróis infatigáveis", mas que desistiam de sua missão de defender a humanidade após pouco tempo.
Assim, na temporada de 1999, o arco que vinha desde a primeira temporada foi parcialmente abandonado, e cada temporada passou a ter um roteiro e um elenco independentes, seguindo o modelo japonês --embora se situando no mesmo "universo" (para permitir que os heróis dos seriados anteriores apareçam para "dar uma força" aos novos, ainda que isso aconteça poucas vezes).
Em 2002, a Saban Entertainment foi vendida para a Disney, mas isso não impediu que a série continuasse com punho firme.
Já na década de 90, Saban fundou seu próprio estúdio e adquiriu com a produtora Toei os direitos do Sentai Zyuranger/Jyuranger (1992 - 1993) para os EUA, aproveitando o tema Dinossauros da série, em voga na época devido ao filme Parque dos Dinossauros. O elenco que personificava os heróis em roupas civis foi trocado por atores norte-americanos e o seriado, rebatizado para Mighty Morphin Power Rangers.
Além disso, os próprios episódios foram reescritos para dar à série um tom maior de comédia. "Reescritos" não é bem a palavra: os roteiros foram praticamente escritos do zero, aproveitando do original apenas algumas cenas de luta. Saban argumentou que o mercado americano não aceitaria uma série com um elenco todo de japoneses, assim como a narrativa da série original.
Saban também pareceu não se importar com as diferenças de qualidade entre a filmagem original (em película) e a norte-americana (cinescopada, ou seja, vídeo com textura modificada), assim como com o fato de a Ranger Amarela (a atriz Thuy Trang, falecida em 2001) ser um homem na série japonesa (Takumi Hashimoto, conhecido como o garoto Manabu de "Jiraiya"). O problema se repetiu em todas as séries entre Power Rangers: Na Galáxia Perdida (1999) ePower Rangers: Força Animal (2002).
O sucesso de Power Rangers inspirou a companhia a comprar outros seriados nipônicos e adaptá-los da mesma forma, originando VR Troopers, Masked Rider, Big Bad Beetleborgs (citados mais adiante, na seção 3, "Controvérsia") e Os Cavaleiros Míticos de Tir Na Nog, com diferentes níveis de sucesso. Uma produtora rival, a DIC Audiovisual, conhecida no Brasil pelos desenhos "Mask", "Pole-Position" e "Capitão Planeta", tentou o mesmo caminho ao adaptar o seriado Denkou Choujin (Super-Homem Elétrico/Eletrônico) Gridman, da Tsuburaya Productions, a mesma produtora de "Ultraman", renomeando-o Superhuman Samurai Cyber Squad. Gridman era uma auto-homenagem da Tsuburaya às séries Ultra, levando o conceito de lutas de heróis gigantes para o mundo dos computadores, onde o herói combatia vírus eletrônicos com a forma de monstros. Apesar de se manter mais fiel aos episódios originais que as séries da Saban, a DIC não teve sucesso com sua produção.
Em 1996, os uniformes dos Zyurangers foram trocados após três temporadas e o tema passou a variar -- todo ano uma nova série Ranger surgia, ligada aos eventos dos anos anteriores. A estrutura era sempre a mesma: no início de cada temporada, os Rangers perdiam suas habilidades por uma artimanha dos vilões e eram salvos por alguma coisa/pessoa que lhes dava novos poderes (os novos uniformes e robôs). A repetição do tema começou a cansar, e as substituições constantes de elenco tornavam estranho o conceito de "heróis infatigáveis", mas que desistiam de sua missão de defender a humanidade após pouco tempo.
Assim, na temporada de 1999, o arco que vinha desde a primeira temporada foi parcialmente abandonado, e cada temporada passou a ter um roteiro e um elenco independentes, seguindo o modelo japonês --embora se situando no mesmo "universo" (para permitir que os heróis dos seriados anteriores apareçam para "dar uma força" aos novos, ainda que isso aconteça poucas vezes).
Em 2002, a Saban Entertainment foi vendida para a Disney, mas isso não impediu que a série continuasse com punho firme.
cinema
A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em julho de 1896, no Rio de Janeiro, poucos meses após o invento dos Irmãos Lumière. Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o "Salão de Novidades Paris", de Paschoal Segreto. Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898. Uma "Vista da baia da Guanabara" teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Alfonso Segreto em 19 de junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil - mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido. Ainda assim, 19 de junho é considerado o Dia do Cinema Brasileiro.
विच्का अ historia
Wicca é uma palavra do inglês arcaico que quer dizer "bruxo" (plural: wicce). Há quem diga que seu significado é "sábio", mas isso não corresponde à verdade.
A palavra tem sua origem na raiz indo-européia "wikk-", significando "magia", "feitiçaria". O nome Wicca é o mais usado para denominar essa religião. Ela também é conhecida como Bruxaria, Feitiçaria, Antiga Religião e Arte dos Sábios, ou simplesmente, a Arte.
As origens da Bruxaria remontam à aurora da humanidade. As crenças começaram a tomar forma no Paleolítico, há aproximadamente vinte e cinco mil anos. Neste período, o ser humano era nômade e suas principais fontes de subsistência eram a caça e a coleta. Tudo era misterioso para o homem e a mulher do paleolítico: o trovão, o sol, a escuridão... Para eles, o mundo era um lugar perigoso, cheio de forças que deveriam ser temidas, respeitadas e reverenciadas. Com o tempo, a idéia das forças foi evoluindo para a idéia de Deuses.
Um dos primeiros e, seguramente, o mais importante Deus primitivo a surgir foi o Deus de Chifres. Para que o clã nômade sobrevivesse, uma das principais atividades era a caça: dela provinham carne para alimentar-se, peles para vestir-se, ossos e chifres para fazer instrumentos. Assim, tomou forma na mente do ser humano primitivo a idéia de um Deus das Caçadas, dotado de chifres, símbolo de seu poder. Alguns membros do clã iniciaram a prática de atividades de caráter mágico-religioso, compostos por um elemento religioso (esboços de rituais e mitos dedicados à adoração do Deus de Chifres, forças da natureza e espíritos dos antepassados) e por um elemento mágico (práticas que tentavam atrair a benevolência destas divindades e espíritos, a fim de manipulá-las para interesses práticos do clã). Neste momento estava se delineando algo que se assemelhava muito a grosso modo com uma classe sacerdotal. Estes "sacerdotes" realizavam ritos do que hoje é denominado magia simpática, ou seja, práticas baseadas na atração dos semelhantes. Pintavam-se cenas de membros do clã vencendo e abatendo animais cobiçados, para garantir o sucesso da próxima caçada. Miniaturas destes mesmos animais eram confeccionadas, em osso, chifre ou barro, e então simulava-se sua caça e abate. Estes ritos eram geralmente dirigidos por um destes "sacerdotes", geralmente usando a primeira de todas as túnicas: peles de animais e uma máscara dotada de chifres.
Em Trois Frères, na França, existe uma pintura de doze mil anos, conhecida como "Le Sorcière" ("O Feiticeiro"). é a figura de um homem vestido de peles, com cauda e chifres de cervo. A sua volta, paredes cobertas por pinturas de animais em caçadas. A seus pés, uma saliência na rocha, constituindo um altar. Mas as caçadas não eram a única coisa que fazia o clã sobreviver. Havia um Mistério: o da fertilidade. O clã precisava continuar. De tempos em tempos, a barriga das mulheres crescia, e, ao fim de algumas luas, delas surgia um novo membro da tribo, pequeno, mas que crescia com o passar do tempo. Os animais também tinham filhotes, e isso garantia o alimento das futuras gerações. A chave de todo esse Mistério era a mulher, aquele enigmático ser que, se já não bastasse ser a única responsável pela continuação da tribo (ainda não havia a consciência da participação do homem na reprodução), também alimentava as crianças com leite de seu próprio corpo. Além disso, aquela criatura mágica vertia sangue de dentro de seu corpo em algumas ocasiões, mas mesmo assim não morria.
Todas estas constatações deram origem ao surgimento de uma Deusa da Fertilidade, uma Grande Mãe. Figuras pré-históricas desta Deusa são incontáveis. Uma das mais famosas é a Vênus de Willendorf: seu corpo parece uma grande massa disforme da qual se destacam um gigantesco par de seios e uma proeminente barriga grávida. Ela não tem pés nem braços, e seu rosto está coberto. Estas características são comuns a várias outras "Vênus" pré-históricas, e se devem à ênfase que o ser humano primitivo dava ao aspecto de fertilidade da mulher.
A Deusa era a Grande Mãe Natureza, fonte de toda a vida. Com o tempo, os homens foram se conscientizando de seu papel na reprodução, e o aspecto de fertilizador passou a ser mais um dos atributos do Deus de Chifres. Ele tornou-se filho da Deusa, pois dela era nascido, e também seu amante, pois a fertilizava para que um novo ser surgisse. A partir desta concepção, novos ritos foram adicionados às práticas mágico-religiosas, onde esculpiam-se ou pintavam-se animais ou humanos copulando, e todo o clã entregava-se ao ato sexual, já tendo recebido a graça dos Deuses.
No Neolítico, o ser humano desenvolveu a agricultura, e começou a formar aldeias e povoados. Com a descoberta das técnicas de plantio, a Deusa assumiu maior importância, passando a acumular também o aspecto de guardiã da colheita. O Deus de Chifres começou a ganhar uma nova face, a de alegre Deus das Florestas, protetor dos animais e criaturas dos bosques. Quando o homem adquiriu a noção das estações do ano, esboçaram-se as primeiras idéias sobre a Roda do Ano.
Havia um período quente e fértil, onde realizavam-se as colheitas e a natureza mostrava todo seu esplendor. Neste período, reinava a Deusa. Depois as folhas secavam e caíam e tudo parecia estar morto. O povo voltava a depender da caça para sobreviver, pois não podia viver só dos alimentos armazenados. Quem regia este período era o Deus das Caçadas, que também adquiria seu novo aspecto de Sombrio Senhor da Morte (nesta época nasceram também os primeiros conceitos sobre a vida após a morte). Surgiram então os primeiros mitos sobre a descida da Deusa ao mundo subterrâneo que, séculos mais tarde, tomaria forma definitiva na Grécia, com o mito de Perséfone, e na Mesopotâmia, com a lenda de Ishtar.
As culturas desenvolveram-se com o passar dos séculos, e novos aspectos dos Deuses foram descobertos. Cultos religiosos se estruturaram, centrados nos ciclos e nascimento, morte e renascimento da natureza. O tempo da plantação e o tempo da colheita eram muito importantes, marcados com festividades, assim como o período do recolhimento do gado e a época de sua liberação ao pasto. Nestas datas, juntamente com as de mudanças de estação, realizavam-se encenações de mitos nos quais um Deus Velho morria para um Deus Jovem nascer, representando a morte da antiga colheita e o nascimento de uma nova.
Estes cultos possibilitaram o refinamento da classe sacerdotal, que chegou ao requinte de gerar representantes como os druídas, sacerdotes celtas que encantaram os gregos e romanos com sua profunda filosofia e integração com a natureza. Sua erudição era admirável, e acumulavam funções como a de legisladores, médicos, poetas, bardos e guardiões da tradição oral. Na Grécia Antiga, floresceram os Cultos de Mistério, dos quais deve destacar-se os Ritos de Elêusis e os Mistérios órficos. Também foram de grande importância os cultos dionisíacos. Deve-se ter em mente que estas são linhas gerais do início da bruxaria, que confunde-se com o surgimento das primeiras manifestações religiosas humanas.
O que foi relatado acima aconteceu, em épocas diferentes, nos mais variados lugares. é verdade que nem tudo ocorreu exatamente da mesma maneira em todos os lugares: enquanto no Crescente Fértil da Mesopotâmia nasciam avançadas civilizações, na Europa ainda vivia-se de caça e coleta. Mas o que impressiona e é importante não são as diferenças, e sim as semelhanças dos primeiros esboços de religião.
A palavra tem sua origem na raiz indo-européia "wikk-", significando "magia", "feitiçaria". O nome Wicca é o mais usado para denominar essa religião. Ela também é conhecida como Bruxaria, Feitiçaria, Antiga Religião e Arte dos Sábios, ou simplesmente, a Arte.
As origens da Bruxaria remontam à aurora da humanidade. As crenças começaram a tomar forma no Paleolítico, há aproximadamente vinte e cinco mil anos. Neste período, o ser humano era nômade e suas principais fontes de subsistência eram a caça e a coleta. Tudo era misterioso para o homem e a mulher do paleolítico: o trovão, o sol, a escuridão... Para eles, o mundo era um lugar perigoso, cheio de forças que deveriam ser temidas, respeitadas e reverenciadas. Com o tempo, a idéia das forças foi evoluindo para a idéia de Deuses.
Um dos primeiros e, seguramente, o mais importante Deus primitivo a surgir foi o Deus de Chifres. Para que o clã nômade sobrevivesse, uma das principais atividades era a caça: dela provinham carne para alimentar-se, peles para vestir-se, ossos e chifres para fazer instrumentos. Assim, tomou forma na mente do ser humano primitivo a idéia de um Deus das Caçadas, dotado de chifres, símbolo de seu poder. Alguns membros do clã iniciaram a prática de atividades de caráter mágico-religioso, compostos por um elemento religioso (esboços de rituais e mitos dedicados à adoração do Deus de Chifres, forças da natureza e espíritos dos antepassados) e por um elemento mágico (práticas que tentavam atrair a benevolência destas divindades e espíritos, a fim de manipulá-las para interesses práticos do clã). Neste momento estava se delineando algo que se assemelhava muito a grosso modo com uma classe sacerdotal. Estes "sacerdotes" realizavam ritos do que hoje é denominado magia simpática, ou seja, práticas baseadas na atração dos semelhantes. Pintavam-se cenas de membros do clã vencendo e abatendo animais cobiçados, para garantir o sucesso da próxima caçada. Miniaturas destes mesmos animais eram confeccionadas, em osso, chifre ou barro, e então simulava-se sua caça e abate. Estes ritos eram geralmente dirigidos por um destes "sacerdotes", geralmente usando a primeira de todas as túnicas: peles de animais e uma máscara dotada de chifres.
Em Trois Frères, na França, existe uma pintura de doze mil anos, conhecida como "Le Sorcière" ("O Feiticeiro"). é a figura de um homem vestido de peles, com cauda e chifres de cervo. A sua volta, paredes cobertas por pinturas de animais em caçadas. A seus pés, uma saliência na rocha, constituindo um altar. Mas as caçadas não eram a única coisa que fazia o clã sobreviver. Havia um Mistério: o da fertilidade. O clã precisava continuar. De tempos em tempos, a barriga das mulheres crescia, e, ao fim de algumas luas, delas surgia um novo membro da tribo, pequeno, mas que crescia com o passar do tempo. Os animais também tinham filhotes, e isso garantia o alimento das futuras gerações. A chave de todo esse Mistério era a mulher, aquele enigmático ser que, se já não bastasse ser a única responsável pela continuação da tribo (ainda não havia a consciência da participação do homem na reprodução), também alimentava as crianças com leite de seu próprio corpo. Além disso, aquela criatura mágica vertia sangue de dentro de seu corpo em algumas ocasiões, mas mesmo assim não morria.
Todas estas constatações deram origem ao surgimento de uma Deusa da Fertilidade, uma Grande Mãe. Figuras pré-históricas desta Deusa são incontáveis. Uma das mais famosas é a Vênus de Willendorf: seu corpo parece uma grande massa disforme da qual se destacam um gigantesco par de seios e uma proeminente barriga grávida. Ela não tem pés nem braços, e seu rosto está coberto. Estas características são comuns a várias outras "Vênus" pré-históricas, e se devem à ênfase que o ser humano primitivo dava ao aspecto de fertilidade da mulher.
A Deusa era a Grande Mãe Natureza, fonte de toda a vida. Com o tempo, os homens foram se conscientizando de seu papel na reprodução, e o aspecto de fertilizador passou a ser mais um dos atributos do Deus de Chifres. Ele tornou-se filho da Deusa, pois dela era nascido, e também seu amante, pois a fertilizava para que um novo ser surgisse. A partir desta concepção, novos ritos foram adicionados às práticas mágico-religiosas, onde esculpiam-se ou pintavam-se animais ou humanos copulando, e todo o clã entregava-se ao ato sexual, já tendo recebido a graça dos Deuses.
No Neolítico, o ser humano desenvolveu a agricultura, e começou a formar aldeias e povoados. Com a descoberta das técnicas de plantio, a Deusa assumiu maior importância, passando a acumular também o aspecto de guardiã da colheita. O Deus de Chifres começou a ganhar uma nova face, a de alegre Deus das Florestas, protetor dos animais e criaturas dos bosques. Quando o homem adquiriu a noção das estações do ano, esboçaram-se as primeiras idéias sobre a Roda do Ano.
Havia um período quente e fértil, onde realizavam-se as colheitas e a natureza mostrava todo seu esplendor. Neste período, reinava a Deusa. Depois as folhas secavam e caíam e tudo parecia estar morto. O povo voltava a depender da caça para sobreviver, pois não podia viver só dos alimentos armazenados. Quem regia este período era o Deus das Caçadas, que também adquiria seu novo aspecto de Sombrio Senhor da Morte (nesta época nasceram também os primeiros conceitos sobre a vida após a morte). Surgiram então os primeiros mitos sobre a descida da Deusa ao mundo subterrâneo que, séculos mais tarde, tomaria forma definitiva na Grécia, com o mito de Perséfone, e na Mesopotâmia, com a lenda de Ishtar.
As culturas desenvolveram-se com o passar dos séculos, e novos aspectos dos Deuses foram descobertos. Cultos religiosos se estruturaram, centrados nos ciclos e nascimento, morte e renascimento da natureza. O tempo da plantação e o tempo da colheita eram muito importantes, marcados com festividades, assim como o período do recolhimento do gado e a época de sua liberação ao pasto. Nestas datas, juntamente com as de mudanças de estação, realizavam-se encenações de mitos nos quais um Deus Velho morria para um Deus Jovem nascer, representando a morte da antiga colheita e o nascimento de uma nova.
Estes cultos possibilitaram o refinamento da classe sacerdotal, que chegou ao requinte de gerar representantes como os druídas, sacerdotes celtas que encantaram os gregos e romanos com sua profunda filosofia e integração com a natureza. Sua erudição era admirável, e acumulavam funções como a de legisladores, médicos, poetas, bardos e guardiões da tradição oral. Na Grécia Antiga, floresceram os Cultos de Mistério, dos quais deve destacar-se os Ritos de Elêusis e os Mistérios órficos. Também foram de grande importância os cultos dionisíacos. Deve-se ter em mente que estas são linhas gerais do início da bruxaria, que confunde-se com o surgimento das primeiras manifestações religiosas humanas.
O que foi relatado acima aconteceu, em épocas diferentes, nos mais variados lugares. é verdade que nem tudo ocorreu exatamente da mesma maneira em todos os lugares: enquanto no Crescente Fértil da Mesopotâmia nasciam avançadas civilizações, na Europa ainda vivia-se de caça e coleta. Mas o que impressiona e é importante não são as diferenças, e sim as semelhanças dos primeiros esboços de religião.
लिंकिन PARK
Linkin Park é uma banda de rock dos Estados Unidos formada em 1996 em Agoura Hills, Califórnia[6]. Desde a sua formação em 1996, a banda já vendeu mais de 50 milhões de álbuns[7] e ganhou dois Grammy Awards.[8][9] Eles tiveram o sucesso alcançado com o seu álbum de estreia, Hybrid Theory, que foi certificado pela RIAA como disco de diamante em 2005.[10] O álbum seguinte, Meteora, continuou o sucesso da banda, com o topo no gráfico de álbuns Billboard 200 em 2003, e foi seguido por um extenso trabalho de caridades e de turnês em todo o mundo.[11]
O último álbum de estúdio Minutes to Midnight atingiu o gráfico Billboard e teve a terceira melhor estréia na semana de qualquer outro álbum e foi o álbum mais vendido no mundo em 2007.[12][13] Eles também são conhecidos por suas várias colaborações, mais notavelmente com o rapper Jay-Z no seu álbum Collision Course, e muitos outros artistas em Reanimation.[14]
O último álbum de estúdio Minutes to Midnight atingiu o gráfico Billboard e teve a terceira melhor estréia na semana de qualquer outro álbum e foi o álbum mais vendido no mundo em 2007.[12][13] Eles também são conhecidos por suas várias colaborações, mais notavelmente com o rapper Jay-Z no seu álbum Collision Course, e muitos outros artistas em Reanimation.[14]
musica
O vento bate na janela
Eu busco asas pra voar
Pra bem mais perto de você
Bem mais perto de você
Estamos livres mas sozinhos, abandonados
Por quem tinha que nos entender
Por quem tinha que nos defender
Refrão
Hoje muitos choram mas não desistem de viver
Hoje muitos choram sorrindo (2x)
A vida passa como um rio
E não é mais tudo tão lindo
Nos resta apenas confiar em Deus
Nos resta apenas confiar
São só palavras e promessas dissimuladas, sem noção
Que muitas vidas correm em suas mãos
Que muitas vidas correm em suas mãos
Refrão
Hoje muitos choram mas não desistem de viver
Hoje muitos choram sorrindo
Eu busco asas pra voar
Pra bem mais perto de você
Bem mais perto de você
Estamos livres mas sozinhos, abandonados
Por quem tinha que nos entender
Por quem tinha que nos defender
Refrão
Hoje muitos choram mas não desistem de viver
Hoje muitos choram sorrindo (2x)
A vida passa como um rio
E não é mais tudo tão lindo
Nos resta apenas confiar em Deus
Nos resta apenas confiar
São só palavras e promessas dissimuladas, sem noção
Que muitas vidas correm em suas mãos
Que muitas vidas correm em suas mãos
Refrão
Hoje muitos choram mas não desistem de viver
Hoje muitos choram sorrindo
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